Blog do Cid Benjamin


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Escrito por Cid Benjamin às 13h02
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Frases

 

“Não concebo o funcionamento de qualquer Parlamento, de qualquer casa legislativa, de forma secreta, como se estivesse a lidar com coisas ligadas a seita, e não com algo que interessa sobremaneira aos cidadãos em geral.
MARCO AURÉLIO MELLO, ministro do Supremo Tribunal Federal

"O PT tinha a proposta de acabar com o Senado, mas os próprios senadores resolveram nos tomar essa bandeira".
Do deputado federal FERNANDO FERRO (PT-PE), sobre a absolvição de Renan por seus pares.

“Crime tributário não é causa para quebra de decoro. Amanhã, isso pode ser usado contra os senhores. Porque muitos aqui têm problemas fiscais.”
FRANCISCO DORNELES, em defesa de Renan. Hoje senador, Dornelles foi secretário da Receita Federal no governo de João Figueiredo, o último general-presidente da ditadura militar. Foi, depois foi ministro da Fazenda do governo José Sarney.

“[A absolvição mostrou que] Renan Calheiros é o homem certo no lugar certo.”
Jânio de Freitas, na Folha de S.Paulo.

“Minha primeira reação foi de nojo. Depois me senti ofendida quando o senador Almeida Lima (PMDB-CE) disse que a absolvição de Renan é uma vitória do povo. É um insulto, isso sim. Aquilo não foi uma sessão secreta, foi clandestina. O Senado mostrou que é perfeitamente dispensável. É um clube magnífico. Como cientista política, iniciarei um debate pela extinção do Senado e pregarei o voto nulo para senador em 2010. Apesar de tudo o que passamos neste longo período de democracia, continuamos com uma cultura política calcada no compadrio, coronelismo e clientelismo.”
Maria Vitória Benevides, cientista política.

“Pessoalmente sou favorável à extinção do Senado. É uma casa anacrônica, mas o pior não é isso: os senadores agem como se estivessem em Júpiter. A sessão secreta exemplifica isso à perfeição. Eles decidem lá entre eles e mandam uma banana para o povo.”
Cláudio Werner Abramo, ONG da Transparência Internacional.

 “Colocaram o presidente [Renan] na forca e esqueceram de tirar o banquinho. Ele ainda está na forca.
Senador Romeu Tuma

"O resultado da votação de hoje é uma vitória da democracia”.
Renan Calheiros.



Escrito por Cid Benjamin às 13h01
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Quem votou contra o voto aberto

A decadência ética e moral do PT tem permitido que políticos do PSDB e do ex-PFL (os demos) posem de vestais. Por isso, é bom lembrar os nomes de alguns deles que, recentemente, votaram a favor da manutenção de sessões secretas no Senado. São eles: Arthur Virgílio PSDB, (DEM), Tasso Jereissati (PSDB), Eduardo Azeredo (PSDB), Heráclito Fortes (DEM), Garibaldi Alves (PMDB), Gerson Camata (PMDB), Agripino Maia (DEM), Edison Lobão (DEM), Marco Maciel (DEM), José Sarney (PMDB), Mão Santa (PMDB) e Leomar Quintanilha (PMDB).



Escrito por Cid Benjamin às 12h59
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Extra teve a melhor primeira página sobre o caso Renan



Escrito por Cid Benjamin às 12h58
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Do Google

Ao se digitar no campo de busca do Google a expressão “vergonha nacional”, o primeiro site a aparecer é o do Senado Federal. Faz jus à charge abaixo, que compara os senadores a ratos.



Escrito por Cid Benjamin às 12h58
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Ah, que saudades da capital no Rio

Alguém tem dúvidas de que, se a capital da República ainda estivesse no Rio, o resultado do julgamento de Renan seria outro?



Escrito por Cid Benjamin às 12h55
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Pega na mentira

Ouvidos pela Folha de S. Paulo, 43 parlamentares disseram ter votado pela cassação, mas o painel de votação registrou apenas 35 votos. Oito mentiram.



Escrito por Cid Benjamin às 12h54
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Mercadante diz que se absteve. Ah, bem...

 

Do Blog do Noblat.

Aloisio Mercadante (PT-SP) informa: ele foi um dos seis senadores que cravaram "abstenção" no julgamento desta tarde de Renan Calheiros (PMDB-AL).
Quer dizer: embora tenha cabalado votos pela absolvição de Renan, ele não votou pela absolvição.
Ainda bem...
Quem se absteve ajudou Renan a se salvar. Ele só seria cassado se 41 dos 81 senadores o condenassem. Somente 35 o fizeram.



Escrito por Cid Benjamin às 12h53
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Perfil de Renan Calheiros – da Folha de S.Paulo

Senador deu apoio a Collor, FHC e Lula

A trajetória política de Renan Calheiros, 51, é cheia de paradoxos: ligado ao PC do B na juventude, apoiou Fernando Collor à Presidência; ministro da Justiça de FHC, tornou-se um dos principais aliados do petista Lula.
Natural de Murici (AL), Renan iniciou sua carreira no movimento estudantil. Militou no PC do B, ao qual pertence ainda hoje seu irmão Renildo Calheiros, e entrou no MDB, pelo qual foi eleito deputado estadual em 1978. Na Assembléia, chamava o prefeito nomeado de Maceió, Fernando Collor de Mello (Arena), de "príncipe herdeiro da corrupção".
Eleito deputado federal em 1982, patrocinou o ingresso de Collor no PMDB e apoiou suas campanhas a governador e a presidente. Indicado líder do governo na Câmara, rompeu com Collor quando ele apoiou outro candidato a governador de Alagoas. Fez campanha pelo impeachment e, com a posse de Itamar Franco, virou vice-presidente da Petroquisa. Em 1994, foi eleito senador.
Apoiou a emenda que permitia a reeleição de Fernando Henrique Cardoso e, em 1998, foi nomeado ministro da Justiça. Afastado em 1999 por pressão do governador Mário Covas, apoiou a candidatura do tucano José Serra à Presidência, mas depois se aliou a Lula, indicando aliados a cargos no governo. Em 2006 arquivou o pedido de criação da "CPI do Lula".



Escrito por Cid Benjamin às 12h51
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O desbunde total do ex-núcleo duro do Planalto - fonte:http://www.diariogauche.blogspot.com/

Este é um texto ilustrativo. Ele me foi enviado, primeiro, pelo amigo e irmão Alípio Freire. Posteriormente o recebi de muitas outras fontes, pois, ao que parece, sua circulação na internet está sendo grande. Ele trata de algo que tenho dito aqui neste blog: a incompatibilidade entre o trabalho de lobista para alavancar de interesses de grandes grupos privados e o exercício da política. Mais ainda quando isso é feito por dirigentes políticos recém-saídos do governo, onde mantém ainda grande influência, e de cujas ações os grupos para os quais trabalham são dependentes.
Nesse sentido, o fato de José Dirceu ter sido ovacionado no Congresso do PT é, talvez mais até do que o episódio Renan Calheiros, o retrato da degeneração do partido.

No primeiro mandato do presidente Lula, eles foram os personagens mais poderosos da República. Juntos, formaram o núcleo duro do Palácio do Planalto, numa versão lulista da expressão noyau dur, usada nos meios acadêmicos franceses. Hoje, os ex-ministros José Dirceu, Antônio Palocci e Luiz Gushiken mudaram de cenário. Afastados do governo, atuam em outro palco. Dão conselhos e prestam serviços a grandes grupos empresariais.
Ganharam tanto destaque que são apontados como o núcleo duro da consultoria brasileira. A informação é da revista IstoÉ Dinheiro desta semana.
José Dirceu desistiu de desmentir que é consultor do bilionário mexicano Carlos Slim, dono da Embratel e homem mais rico do mundo.
Gushiken, atuante entre os fundos de pensão, mantém os clientes em sigilo absoluto. Admite que faz consultoria e ponto final.
Antônio Palocci, cada dia mais discreto, torce o nariz para os comentários sobre seus movimentos a favor de interesses empresariais. Mas, no início do ano, consultou a Comissão de Ética Pública e se considerou liberado para acumular a função de parlamentar com a de consultor financeiro. Como nada impede que faça pontes, o deputado foi à luta.
O trabalho do ex-chefe da Casa Civil é basicamente voltado para o Exterior. Ao longo da vida política e no comando da Casa Civil, ele criou laços de amizade com diversos políticos latino-americanos e até mesmo com quadros republicanos dos Estados Unidos. [...]
Seus tentáculos atravessam o Atlântico e chegam a Portugal. Nos países que constam de sua agenda, Dirceu consegue abrir portas para seus clientes sem maiores dificuldades. Em junho, por exemplo, quando o presidente da República Dominicana, Leonel Fernandez, visitou o Brasil, fez questão que Dirceu participasse da reunião com a FIESP. No momento, a República Dominicana está investindo pesado na modernização de seus portos. E, com a ajuda de Dirceu, está atrás de empreiteiros experientes.
De todas as ligações de Dirceu, uma lhe rende excelentes frutos: a do bilionário Carlos Slim. Numa roda de amigos, José Dirceu contou que Slim, recentemente, lhe deu um conselho: "Zé, vem para o México e abre um escritório aqui. No dia seguinte mais de 30 empresários vão bater na sua porta. Todos pensam que você é meu conselheiro." O ex-ministro reconhece que a amizade com Slim é preciosa. E, pelo mesmo motivo, também parou de negar que o empresário Eike Batista integre sua clientela.
Dirceu também é procurado por empresas estrangeiras sediadas no Brasil, que sabem que ele tem informações de cocheira sobre o governo Lula. Não só porque foi o todo-poderoso da Casa Civil, mas porque mantém vínculos com todos os escalões do poder.
As atividades de Palocci e Gushiken têm menos visibilidade. O ex-ministro da Fazenda especializou-se em assessorar empresas com problemas financeiros e em dificuldades com o Fisco. Com a experiência que acumulou no comando da economia, Palocci ensina o caminho das pedras para os empresários que precisam reduzir os níveis de endividamento e soerguer seus empreendimentos.
Palocci também tornou- se próximo de grandes grupos financeiros, que sempre aplaudiram o êxito de sua gestão no fortalecimento dos fundamentos da economia. No momento, o ex-ministro tenta ajudar o Bradesco a se manter como correspondente do Banco Postal. Faz o possível para quebrar as resistências do ministro das Comunicações, Hélio Costa.
Quanto a Luiz Gushiken, sua tendência natural seria prestar consultoria na área de telefonia, pois, quando secretário de Comunicação, envolveu-se de corpo e alma na tumultuada - e até mesmo desleal - competição entre grupos nacionais e estrangeiros. Tornou-se inimigo mortal do empresário Daniel Dantas. E dá-se como certo, ainda hoje, que Gushiken tem forte influência no setor. O exemplo mais citado é o da Brasil Telecom, cuja direção, no entanto, nega vínculos com o ex-ministro.
Em sua passagem pelo governo Lula, Gushiken também teve em sua órbita os fundos de pensão. Há quem diga que, agora, como conseqüência dessa experiência, ele está prestando serviços a empresas que pretendem criar mecanismos de previdência complementar para seus funcionários. Seu escritório não só dá recomendações sobre o desenho dos fundos de pensão como se responsabiliza pelo cálculo atuarial, vital nesse tipo de investimento.
Gushiken também seria consultor da companhia aérea BRA, que, em junho, encomendou 40 jatos à Embraer, controlada por fundos de pensão. [...]

Redator do blog: Cristóvão Feil



Escrito por Cid Benjamin às 12h50
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Força-tarefa de lobistas da Abril pressiona deputados para abortar CPI

A Editora Abril enviou lobistas a Brasília para pressionar parlamentares a não aprovar a CPI que investiga a venda da TVA (de sua propriedade) para a Telefônica. É certo que essa CPI foi pedida por inspiração de Renan Calheiros, em represália às matérias da Veja sobre suas falcatruas. Mas os dois se merecem. Seria bom se a CPI fosse criada. A Veja – a principal publicação da Editoria Abril – é o maior exemplo de imprensa marrom no país.



Escrito por Cid Benjamin às 12h50
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STF põe fim à mordomia de Zeca do PT

O STF (Supremo Tribunal Federal) cassou a pensão vitalícia do ex-governador de Mato Grosso do Sul José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, no valor de R$ 22,1 mil, e declarou inconstitucional o pagamento do benefício a ex-governadores e seus vices.
Os ministros concluíram julgamento de ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Conselho Federal da OAB

Isso já não impressiona mais ninguém.



Escrito por Cid Benjamin às 12h49
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Nestlé pede, e Kassab reduz carne em sopa

Esta é da Folha de S. Paulo. Mostra que a submissão ao grande capital não é coisa só de Lula, do PT e do governo federal.

A pedido da Nestlé, a Prefeitura de São Paulo decidiu reduzir a qualidade nutricional da sopa que pretende distribuir em um programa que irá reunir pais e alunos aos sábados nas escolas e creches municipais.
A gestão Gilberto Kassab (DEM) diminuiu a quantidade de carne, frango e verdura exigida na sopa depois de um apelo feito pela multinacional durante uma consulta pública para a compra do produto.
A previsão das nutricionistas do município era que uma das sopas tivesse
7 kg de carne, 2 kg de cenoura e 3 kg de "outras" hortaliças (por 100 kg de sopa desidratada a ser distribuída).
Com a mudança feita diante da manifestação da Nestlé, a mesma sopa deverá ter só
0,5 kg de carne, 0,8 kg de cenoura e 1 kg de "outras" hortaliças.
A redução na quantidade de carne, frango e verdura exigida na sopa é condenada pela presidente da Associação Brasileira de Nutrição, Andrea Galante, que também contesta a escolha desse alimento para ser distribuído nas escolas municipais.
"Baixar a quantidade de verduras e hortaliças vai contra aquilo que preconiza a OMS [Organização Mundial da Saúde]. Uma maçã tem os mesmos nutrientes que uma porção dessa sopa, que ainda será servida em uma época de calor."



Escrito por Cid Benjamin às 12h49
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Esse Bin Laden...

Há pessoas que vêem conspiração em tudo. Não me incluo entre elas. Mas está ficando esquisito isso de Bin Laden reaparecer em vídeos na Internet, ameaçando novos ataques em território americano, cada vez que a popularidade de Bush despenca.



Escrito por Cid Benjamin às 12h48
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Imigrantes são comparados a ovelha negra na Suíça

O cartaz abaixo – de clara inspiração racista – não é de um grupúsculo neonazista, mas do SVP-UDC (Partido Popular da Suíça), do caudilho de direita Christoph Blocher, a legenda com mais cadeiras no parlamento.
Preocupante.



Escrito por Cid Benjamin às 12h47
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Ah, os argentinos

Não participo dessa rivalidade futebolística idiota entre Brasil e Argentina. Aliás, eu os considero tão bons como nós. E, freqüentemente, torço por eles quando enfrentam países europeus. Para desespero e revolta da confraria de flamenguistas de que faço parte (um grupo de amigo que se reúne a cada jogo do Flamengo para assistir à partida pela TV e tomar cerveja – não necessariamente nesta ordem), considero Maradona do nível de Pelé. E acima de Zico e outras feras do futebol brasileiro.
Ainda assim, não pude deixar de ver com satisfação este vídeo, com imagens de jornalistas argentinos antes e depois da final da última Copa América.Tal como ocorre sempre com um determinado time carioca, A Argentina foi vice de novo. Entrou em campo como favorita e levou uma escovada de 3 a 0. O endereço do vídeo é http://www.youtube.com/conexaoargentina.



Escrito por Cid Benjamin às 12h46
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Escrito por Cid Benjamin às 12h35
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Uma explicação

Por absoluta falta de tempo não pude atualizar o blog nas últimas semanas. Farei o possível para que isto não se repita.



Escrito por Cid Benjamin às 12h34
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Frases

"O PT não segura mais essa. Já basta o mensalão, que o Supremo jogou no colo do partido. Eles vão acabar votando pela cassação do Renan".
De SÉRGIO GUERRA (PSDB-PE), no Painel da Folha, para quem o fato de os três petistas do Conselho de Ética terem votado contra o presidente do Senado é uma indicação do que será o comportamento do partido no plenário.

”Quero agradecer aos conservadores por permitirem o debate sobre a Vale em plenário”
CHICO ALENCAR, deputado pelo PSOL-RJ, ironizando o fato de os tucanos protestarem contra qualquer questionamento do “leilão” que, em 1997, entregou a Vale do Rio Doce por algumas migalhas ao capital privado. No governo Lula a corrupção tem sido mais generalizada, mas duvido que alguma operação, isoladamente, tenha sido da dimensão da privatização da Vale.

"Viram que (nós, do PT) não somos a Brastemp que imaginavam".
JACQUES WAGNER, governador da Bahia, e um dos cotados para candidato do PT à Presidência em 2010.

"No afã de galgar o Poder político, o PT traiu seus ideais e seus afiliados. Seria pueril afirmar-se que o PT foi o "inventor" da prática obscura e ilícita conhecida por "caixa dois". Não, tal originalidade não se lhe poderia imputar. Mas os fatos - públicos e notórios, como afirmei - nos mostram que o "eficiente esquema de repasse ilícito recursos" (vulgarmente apelidado de "Mensalão"), foi - e certamente ainda é - o mais repugnante de que nossa triste História política já ouviu falar..."
PAULO CERQUEIRA CAMPOS, juiz substituto da 11ª Vara Cível de Brasília, na sentença em que deu ganho de causa ao PT, negando pedido de ação milionária das empresas SMP&B (do publicitário Marcos Valério), Graffiti Participações e Rogério Lanza Tolentino & Associados contra o partido. As empresas cobravam do PT dívida superior a R$ 100 milhões – fruto de supostos empréstimos feitos entre fevereiro de 2003 e novembro de 2004 com recursos obtidos junto ao Banco Rural e ao Banco BMG. `Para que se entenda melhor: os empréstimos que o PT diz ter tomado, para justificar o dinheiro que rolou no mensalão, foram negados pelo partido na Justiça. E o juiz deu razão ao PT. Mas, como se vê, não sem caracterizar o esquema como “o mais repugnante” de nossa história política.

"Estão criando o Senado James Bond. Negociatas, sessões e votos: é tudo secreto. Nessa toada, o próximo passo será transferir a sede da Casa para um local sigiloso".
RUBENS FIGUEIREDO, cientista político, sobre o fato de que, em obediência ao regimento do Senado, também a sessão que precederá a votação do caso Renan pelo plenário será secreta.

“Quanto riso, oh, quanta alegria; mais de mil palhaços no salão...”
César Benjamin, lembrando a música de Zé Kéti, ao se referir ao congresso do PT, que aplaudiu de pé José Dirceu. Aliás, nos anos 70, em plena ditadura, Zé Kéti foi contratado para animar uma convenção da Arena e cantou esta música. Os militares viram segundas intenções no fato e o sambista quase foi preso.



Escrito por Cid Benjamin às 12h33
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Grandalhão indolente – um balanço do congresso do PT

Este artigo é do sempre lúcido Léo Lince.

Quando ainda era “pequeno e insolente”, para usar uma expressão do genial Carlito Maia, o Partido dos Trabalhadores fazia congressos mais animados. Mais criativos e sintonizados com o dinamismo que lhe chegava de uma militância presente no dia-a-dia dos movimentos sociais. Hoje, infelizmente, como instrumento de transformação, que politiza o dinamismo dos conflitos, alimenta a grande política e produz projetos de mudança, o PT acabou. É uma página virada.
O partido, que já atiçou a esperança de milhões e agora se acomoda nas práticas da velhíssima política, opera no contraponto de sua identidade original. Uma lástima. Os petistas que ainda cultuam na memória a antiga identidade do partido - por incrível que pareça eles ainda existem - devem estar se perguntando o que ainda fazem neste palco de perdidas ilusões. Todos sabem que a resolução, positiva, pela anulação do leilão da Vale é um papel sem lastro. O governo é contra e a maioria do partido está no governo. Como no caso da propaganda contra as privatizações no segundo turno da eleição presidencial, são palavras ao vento.
A ética na política e a luta pela mudança no modelo econômico excludente, bandeiras que animaram o petismo na sua fase heróica e polarizaram parcela significativa da cidadania brasileira, já não estão mais ao alcance do PT. Nenhuma resolução de critica ao modelo econômico que o partido nasceu e cresceu combatendo foi aprovada no congresso. Ninguém pediu a cabeça do Meirelles. O famoso “bloco de esquerda”, que animava os debates na bancada federal, não existe mais. A matriz de pensamento do partido, antes ancorada no dinamismo dos movimentos da sociedade, agora está acoitada na máquina do Estado, onde o continuísmo conservador define as bases da diretriz.
Afastado de sua identidade histórica, desvinculado da base social que lhe fornecia vitalidade, ao partido foi reservado o trabalho sujo de uma “governabilidade” atrelada ao intestino grosso da pequena política. Para que o presidente siga limpo como um “santo de bordel”, tudo que é feio e torto é debitado nas contas do partido. Este, sempre passivo, aceitou a condição de almoxarifado de bodes expiatórios. Basta ver a situação atual da vistosa “cadeia de comando” que ocupou na primeira hora o cerne do governo e que ocupa agora, por decisão do Supremo Tribunal Federal, o banco dos réus.
O PT saiu de si mesmo e agora veste o figurino clássico da velha política conservadora. Desfila desajeitado no descompasso de quem perdeu o rumo da trajetória própria. Resolveu aprender com os antigos adversários. E, como cristão novo, precisa praticar com ênfase redobrada aquilo que sempre combateu. Cospe no prato que comeu e come com apetite voraz no prato que cuspiu. Uma tristeza. Assim como as estrelas mortas, ele ainda maneja raios de luz do que não mais existe como pólo ativo. Conserva, portanto, algum poder de iludir, mas já trocou definitivamente de identidade. A galeria dos partidos da ordem, como diria o genial Carlito Maia, ostenta mais um “grandalhão indolente”.



Escrito por Cid Benjamin às 12h33
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Sinal verde para o lobby

No congresso do PT não foi sequer posta em votação a proposta proibindo que membros do partido saídos do governo dêem “consultoria” a empresas privadas. Vitória de José Dirceu. Derrota dos que ainda se iludem com uma recuperação ética do partido.



Escrito por Cid Benjamin às 12h33
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Circenses

Esta é de Jânio de Freitas.

Lula está cada vez mais engraçado. Fez (...) um discurso furioso contra os presidentes anteriores que "ficavam olhando o desenvolvimento dos Estados Unidos" e "não preparavam o desenvolvimento brasileiro".
Nos seus quatro anos de governo, Lula situou o Brasil acima apenas do Haiti e, de quebra, como o caso de crescimento mais indecentemente baixo da América do Sul. Abaixo, também, da média mundial, que é posta em mergulho forçado pela África pobre.
Os 5% de crescimento tão alardeados para este ano não passam, nem eles, de mais um fracasso, em relação ao crescimento dos países do nível do Brasil.
Foi boa idéia do PT, levar para a animação do seu congresso, no final de semana passado, sujeitos com indumentárias de palhaços.



Escrito por Cid Benjamin às 12h31
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Sem escalas

Esta é do Painel da Folha.

Severino Pereira de Rezende Filho, novo diretor de Engenharia da Infraero, tem como última anotação no currículo cargo idêntico na Constran, empreiteira participante de um consórcio que realiza obra de R$ 13 milhões no aeroporto de Guarulhos.

Depois há quem diga que não roubam, nem deixam roubar...



Escrito por Cid Benjamin às 12h31
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A mídia e o terceiro mandato de Lula

A grande imprensa, de vez em quando, vê fantasmas. Um deles é a história de que Lula prepara uma mudança na Constituição para que lhe seja permitido concorrer a um terceiro mandato. Não creio que isto esteja nos seus planos.
Não quer dizer, porém, que Lula queira ver alguém do PT como sucessor. Isso, jamais. Ele sempre cortou as asas de quem ameaçava lhe fazer sombra.
O mais provável, na minha opinião, é o lançamento de um candidato petista para perder, enquanto Lula por baixo do pano apóia outro. Como Jobim, Aécio ou Ciro, por exemplo.



Escrito por Cid Benjamin às 12h30
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O PT e Renan

O desgaste do presidente do Senado, Renan Calheiros, é tão profundo, que o PT, entre uma e outra manifestação de apoio, já dá sinais de que pode abandoná-lo.
Aliás, vejam que nota interessante esta abaixo. Ela foi publicada na coluna Gente Boa, do Globo.

 



Escrito por Cid Benjamin às 12h30
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Voto secreto no Senado???

É um escândalo que o voto secreto – criado para proteger o eleitor comum de pressões indevidas nas eleições diretas – seja aceita no Congresso. Ele impede que se possa acompanhar o comportamento dos eleitos – condição para a democracia. Impede também pressões legítimas do eleitorado sobre os parlamentares.



Escrito por Cid Benjamin às 12h28
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O “Cansei” se cansou

O movimento oposicionista de direita a Lula, formado por dondocas e banqueiros paulistanos, ao que tudo indica, perdeu gás antes mesmo de decolar.



Escrito por Cid Benjamin às 12h27
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Contribuição PERMANENTE sobre movimentação financeira

Mais uma medida que arrocha os trabalhadores tomada com o disfarce de ser provisória, vai se tornando permanente. E o PT, que era contra a CPMF quando ela foi criada e o partido estava na oposição, hoje é seu maior defensor. Já o PSDB, criador do monstrengo, hoje quer sua extinção.
Depois há quem se espante com a reputação dos políticos profissionais...



Escrito por Cid Benjamin às 12h23
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Editorial do jornal Brasil de Fato

Em tempo: embora independente, o Brasil de Fato não é de oposição a Lula.

Um gerente exemplar para os banqueiros

Que importa se o PIB cresça apenas 3 ou 3,5% este ano, se os lucros dos banqueiros estão crescendo 40,75%?

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer em torno de 3,5% em 2007. No entanto, os cinco maiores bancos privados do país, no primeiro semestre deste ano, alcançaram um crescimento de 40,75% em relação ao primeiro semestre de 2006. São lucros recordes. Somente o Itaú registrou, nesse período, um lucro de mais de R$ 4 bilhões.
Mas, assim como o crescimento do PIB é apenas uma média do crescimento dos produtos brutos das diversas atividades econômicas e que, portanto, não reflete um crescimento igual e equitativo nas grandes, médias e pequenas empresas, com mais razão ainda, as empresas não geram postos de trabalho proporcionais aos seus crescimentos, para não falarmos que não distribuem entre os que produzem suas riquezas (os trabalhadores) os seus lucros.

Leia a íntegra em http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/jornal.2007-08-22.8735060445/editoria.2007-08-29.0622470992/materia.2007-08-29.7391782298



Escrito por Cid Benjamin às 12h21
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FHC: "No Brasil, tudo fracassou"

Aqui vai uma seleção de frases da recente entrevista de Fernando Henrique Cardoso à revista Piauí. Fica-se sem entender por que um cidadão que diz tais sandices não desiste de vez de morar no Brasil e se muda para Miami.

·                     "Que ninguém se engane: o Brasil é isso mesmo que está aí. A saúde melhorou, a educação melhorou e aos poucos a infra-estrutura se acertará. Mas não vai haver nenhum espetáculo de crescimento, nada que se compare à China ou à Índia. Continuaremos nessa falta de entusiasmo, nesse desânimo."

·                     "Quais são as instituições que dão coesão à sociedade? Família, religião, partido, escola. No Brasil, tudo isso fracassou."

·                     "No meu governo universalizamos o acesso à escola, mas para quê ? O que se ensina ali é um desastre."

·                     "A única coisa que organiza o Brasil hoje é o mercado. E isso é um desastre."

·                     "A parada de 7 de setembro é uma palhaçada."

·                     "Parada militar no Brasil é pobre pra burro. Brasileiro não sabe marchar. Eles sambam... A cada bandeira de regimento a gente tinha que levantar, era um senta-levanta infindável. Em setembro venta muito em Brasília e o cabelo fica ao contrário."

·                     "Os americanos têm os founding fathers... A França tem os ideais da Revolução. Eu disse para os homens de imaginação, para o Nizan Guanaes: olha, a imaginação do povo é igual à estrutura do mito do Lévi-Strauss, ou seja, é binária: existem o bem e o mal. Eu fui eleito presidente da República porque fiz o bem - no caso, o real. O real já está aí, eu disse. Chega uma hora em que a força dele acaba. O que vamos oferecer no lugar? Ninguém soube me dar essa resposta. Eu também não soube encontrá-la."

·                     "Essa coisa de ser brasileiro é quase uma obrigação."
"O problema do Brasil não é nem o esfacelamento do Estado. É algo anterior: é a falta de cultura cívica."

·                     "Como eu ia dizendo, é bom ser brasileiro: ninguém dá bola."
(Ao sobrevoar Little Rock, no Arkansas, terra de Bill Clinton) "Parece o Mato Grosso ..." disse com um muxoxo.

·                     (No aeroporto, ao sair da sala de espera dos viajantes de classe "econômica" e se dirigir para a sala reservada aos da classe "executiva") "E eu sofrendo no meio do povo à toa."

·                     "Não acredito que o Lula tenha práticas de enriquecimento pessoal... O que há é que ele é um pouco leniente."

·                     "O Lula é o Macunaíma, o brasileiro sem caráter, que se acomoda."

·                     "O que houve não foi uma ruptura epistemológica no meu projeto intelectual, mas uma ruptura ontológica do mundo... No final da década de 80, não estávamos mais enfrentando teorias, mas a realidade. Olhamos o que existia e estava tudo em pedaços. Estávamos falidos. Fomos forçados a privatizar, não havia outro jeito."

·                     "Sou mesmo a única oposição, mas estou me lixando para o que o Lula faz. O problema é a continuidade do que foi feito."

·                     "... no Governo Sarney. Foi quando começou o loteamento dos cargos ... Com o PMDB, o que se loteou foi a máquina do Estado: ministérios, hospitais, todo tipo de órgão, até o mais insignificante, tudo. O Estado desapareceu, virou patrimônio dos políticos."
Num discurso no Clube de Madri, de ex-presidentes, recheia sua fala com a "coesão mecânica" e a "coesão orgânica de Durkheim. Mais tarde no táxi: "é o bê-á-bá da sociologia. Olhei em volta, vi que não tinha nenhum sociólogo e mandei ver."

·                     "Fiquei cliente do Harry Walker, o mesmo agente do Clinton. Em média me oferecem 40 mil dólares (por palestra); ele fica com 20%... Em Praga, uma vez, como éramos um grupo de palestrantes, não cheguei a falar nem vinte minutos – pagaram 60 mil dólares. O Clinton chega a ganhar 150 mil."

·                     "Em restaurantes em Buenos Aires sou aplaudido quando entro. É que eu traí os interesses da pátria, então eles me adoram!" A neta Julia, de 18 anos, balança a cabeça: "Como é que ele diz essas barbaridades ..."



Escrito por Cid Benjamin às 12h20
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Vergonha na Câmara dos Vereadores do Rio!

Esta é do boletim eletrônico do bravo vereador Eliomar Coelho, do PSOL, meu candidato no Rio em 2008.

A instalação da CPI do Pan na Câmara Municipal foi adiada para novembro pelo voto dos vereadores Carlo Caiado (DEM) e Nadinho de Rio das Pedras (DEM), da base do prefeito Cesar Maia, e do vereador Luís Antônio Guaraná (PSDB), representante do Secretário Estadual de Esportes, Eduardo Paes (PSDB). Adiar para novembro, a um mês do recesso legislativo, é o mesmo que engavetar a CPI. Se já havia indícios de irregularidades nos contratos do Pan, como o fato de que os gastos sofreram um incremento de 1.000% em relação ao valor inicial, a atitude de tentar impedir a investigação só aumenta a suspeita de que tenha havido corrupção na realização dos jogos mais caros da história dos Pan-Americanos. Mesmo com essa decisão, o vereador Eliomar Coelho, autor do projeto que criou a CPI, irá apurar as denúncias que tem recebido e encaminhará os casos que tenham fundamento para o Ministério Público.



Escrito por Cid Benjamin às 12h19
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Gastos do governo no Pan serão alvo da PF

Esta é da Folha.

A Polícia Federal vai abrir inquérito em, no máximo 30 dias, para investigar os gastos do governo no Pan, afirmou ontem o delegado Joe Montenegro, titular da Delefin (Delegacia de Crimes contra o Sistema Financeiro) no Rio. O Pan custou R$ 3,7 bilhões aos cofres públicos (municipal, estadual e federal) -quase 800% mais que o previsto.
"Temos sérios indícios de malversação do dinheiro público no evento. Foram consumidas somas vultuosas. Com o dinheiro federal gasto aqui, poderia se investir pesado na segurança pública e na saúde. Eles preferiram usar o dinheiro nesse evento pífio", disse Montenegro, que investigará apenas o uso do dinheiro federal no Pan - cerca de R$ 1,8 bilhão.
O presidente do Co-Rio (comitê organizador dos Jogos), Carlos Arthur Nuzman, e o secretário federal do Pan, Ricardo Layser, deverão ser os primeiros a depor. O Ministério Público Federal também deverá participar da investigação.
(...)
Na semana passada, o delegado pediu informações ao TCU (Tribunal de Contas da União) sobre o uso da verba federal no evento. Na última quarta, o tribunal recomendou que o Ministério do Esporte e o Estado do Rio suspendam os pagamentos de contratos firmados para a organização do Pan.
(...)



Escrito por Cid Benjamin às 12h19
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Observações sensatas sobre nota do blog a respeito dos pugilistas cubanos

Sei que o caso (quase) já saiu de moda. Mas vale publicar este e-mail que me foi enviado pelo amigo Rogerinho Marques. Conheci Rogério na última gestão do Sindicato dos Jornalistas do Rio – na qual fui secretário-geral. Logo percebi que estava diante de alguém que deve sempre ser escutado, tal seu bom senso. Hoje Rogério é vice-presidente do sindicato, na gestão encabeçada pela brava Suzana Blass.

Querido Cid,
Acho que a questão dos pugilistas cubanos não se resume ao que você aborda nas duas notas do seu saboroso blog. Você certamente se lembra das fugas ou deserções de atletas, bailarinos, artistas dos países comunistas do Leste europeu. Nos lembramos todos, igualmente, das fugas da República Democrática Alemã através do muro de Berlim, que não raramente acabavam em morte. Lembramos, ainda, do malabarismo que a esquerda, na qual me incluo, fazia para justificar tudo aquilo. Aquilo e muito mais: a falta de eleições diretas, o partido único, a existência do muro, as prisões políticas etc etc etc.
A questão dos pugilistas cubanos me fez lembrar daqueles embates entre direita e esquerda, dos quais tanto participei. Hoje tenho uma visão mais crítica dos regimes comunistas do tipos cubano, soviético, chinês (comunismo com bolsa de valores e partido único!). No caso dos atletas cubanos, é claro que a direita aproveita para "tirar uma casquinha". Mas nada disso aconteceria se os atletas e outras pessoas tivessem liberdade de ir e vir em Cuba. Você conhece algum atleta ou artista cubano que tenha deixado a ilha sem ser fugindo? Que tenha simplesmente falado: “recebi uma proposta para atuar em tal país e topei. E todo ano, nas férias, volto a Cuba para matar a saudade.” Eu não conheço. Nos países do Leste europeu também funcionava assim.
Até hoje Cuba me fascina por sua proposta socialista, por sua heróica resistência contra os Estados Unidos, por lutar por um modo de vida muito mais generoso, solidário, humano e evoluído que o capitalismo. Mas conciliar socialismo e liberdades individuais, como a simples opção de se poder trabalhar em outro país, continua sendo um desafio para Cuba. Nos países comunistas da Europa oriental, esse foi certamente um dos fatores que causaram a queda daqueles governos. Torço muito para que em Cuba seja diferente.
Abraço,
Rogério



Escrito por Cid Benjamin às 12h18
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Novo escudo do Botafogo

Tenho enorme respeito pelo povo paraguaio, vítima de uma guerra no século XIX cujas conseqüências sente até hoje. Mas é fato que a expressão “cavalo paraguaio” pegou. Ela nomeia aqueles competidores que saem em disparada no início de uma competição e, logo depois, vão ficando para trás.
Pois bem, lembrando-se da performance do Botafogo neste campeonato brasileiro, alguém sugeriu-lhe um novo escudo.



Escrito por Cid Benjamin às 12h17
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Da série "Mancadas da Mídia"



Escrito por Cid Benjamin às 12h16
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