Blog do Cid Benjamin


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Escrito por Cid Benjamin às 11h24
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Isso, não!

Do Painel da Folha.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), condenou ontem a idéia de instalação de uma CPI para investigar a relação de empreiteiras com políticos. (...) Ele mesmo beneficiário de doações, Chinaglia negou que a resistência à CPI se deva ao fato de as empreiteiras terem colaborado na campanha de 55% do Congresso.



Escrito por Cid Benjamin às 11h23
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Quem paga, manda...



Escrito por Cid Benjamin às 11h22
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Bancos se apóiam no Senado para fugir das leis

Esta é da Radioagência NP;

Depois que o Ministério Público e o Ministério da Justiça denunciaram e criticaram os abusos cometidos pelos bancos, em cobranças de tarifas, taxas de juros altíssimas e a omissão do Banco Central em relação ao assunto, os banqueiros acharam uma maneira de fugir das exigências do Código do Consumidor. No último dia 29, a Comissão de Defesa do Consumidor do Senado aprovou um projeto em que as regras pró-consumidor não podem ser aplicadas em juros bancários. (...)
Nos últimos anos, os bancos têm tido no Senado um defensor de seus interesses. Para se ter uma idéia, Bradesco, Itaú e Unibanco, doaram aproximadamente R$ 6 milhões para parlamentares nas duas últimas eleições (2004 e 2006). Há 23 senadores que tiveram suas campanhas patrocinadas pelos bancos.



Escrito por Cid Benjamin às 11h21
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A cadeia errada...ou será a certa?



Escrito por Cid Benjamin às 11h21
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Os mais intocáveis

O artigo é do mestre Jânio de Freitas.

O ENTREVERO criado pelo Senado brasileiro com Hugo Chávez, na hora mesma em que o presidente da Casa precisa que um desvio afaste de si as atenções curiosas ou indignadas, é uma daquelas coincidências que parecem pedir para não ser acreditadas.
A força da resposta de Chávez era imprevisível, mas que viria resposta com a sua marca, aliás justificada pela intromissão do Senado na extinção de uma TV venezuelana, isso até dispensava previsão. O que é pouco, sim, para afirmar uma coincidência construída. Se bem que a colaboração do senador José Sarney na Folha, uma fuga ao seu estilo ameno para investir contra Chávez e a "democracia bolivariana", por pouco não indicou a autoria da moção do Senado. Ainda mais para os que atentaram em um fato desprezado pelo noticiário proveniente de Brasília: uma ida solitária do senador Sarney à casa de Renan Calheiros, em horário incomum da manhã, não muito antes de surgirem as primeiras referências à petição do Senado a Chávez, em defesa da RCTV.
Nem com a dupla ajuda do senador Sarney o acaso chega a transformar-se
em elaboração. Ainda mais aqui, onde do jornalismo sempre surge um dedo espichado para berrar "teoria da conspiração!", como se política não fosse uma sucessão de conspirações opostas. Apesar do dedo ignorante e do berro suspeito, o fato é que sobre a tal petição nada foi explicado ou informado pelo noticiário de Brasília, a respeito da origem, forma, nem mesmo da existência e, sobretudo, das razões da ingerência, em assunto interno de outro país, por um Senado que nunca se deu a tal iniciativa em ocorrências tão ou mais graves que a de Chávez.
Como resultado, para Renan Calheiros não faz diferença se houve acaso ou foi produção. Idem para Lula, que viu a obviedade de sua escapatória transformada na mídia brasileira em gesto de altivez soberana. Lula, na realidade, não "condenou", não "protestou", não "criticou", não "repudiou" e não "mandou Chávez cuidar da Venezuela". Nada disse aquém do que Chávez gostaria de ouvir: "Eu penso que Chávez tem que cuidar da Venezuela, eu tenho que cuidar do Brasil, o Bush tem que cuidar dos Estados Unidos, e assim por diante". Se essa obviedade condenasse um, condenaria os três. E ainda passa muito bem por uma afirmação de que Chávez fez "o que tem que fazer".
Sem precisar do óbvio, do acaso e de elaborações é a postura dos meios de comunicação brasileiros em relação a tudo que diga respeito à sua área: prevalece o corporativismo, sem equivalente exceto o dos jornalistas. A dúvida é se o corporativismo dos militares ainda chega a tanto ou vem logo abaixo.
Canais de rádio e TV são propriedades das respectivas nações. Sua exploração por particulares é feita pelo regime de concessão. Não sendo resultado de compra ou doação recebida, a concessão está sujeita, mundo afora, às renovações. É o que a Constituição brasileira determina nos cinco artigos do seu quinto capítulo (rádios a cada dez anos, tevês a cada 15). A necessidade de renovação contém, implicitamente, a possibilidade da não renovação. Mas os princípios constitucionais brasileiros não só a mencionam com explicitude, como vão mais longe: estabelecem a possibilidade de cancelamento, de cassação do canal sem depender de negar renovação.
O ato administrativo praticado na Venezuela está de acordo, portanto, com o fixado pela própria Constituição brasileira. As razões de Hugo Chávez contra uma TV documentadamente comprometida com um golpe de estado compõem outra ordem de discussão, política e ideológica, mas não a de agressão ou violação da democracia. O funcionamento de tevês não atesta, por si, a existência de democracia, assim como a liberdade de expressão não lhes dá o direito de fazerem do canal, concedido em nome do público, o uso que quiserem. O uso político/ideológico de um canal de propriedade da nação, embora de exploração particular, não será legítimo quando se volte contra as aspirações de uma parte significativa dos proprietários públicos do canal.
Rádios e tevês, nesse sentido, distinguem-se de jornais, revistas e editoras de livros, que não se valem do uso de um bem da nação, resultando de investimento privado. Mesmo assim -este é um ponto que provoca discussões sem fim- a liberdade de expressão na imprensa está sujeita a limitações, é verdade que nem sempre as mais inteligentes e necessárias, mas não absurdas só por serem limitações, como afirmam os corporativismos dos meios de comunicação e dos jornalistas. Até parece, diante desse corporativismo, que não há censura alguma no Brasil.
Se "Chávez tem que cuidar da Venezuela", o Senado tem que cuidar do que se passa nele, o que, outra obviedade, não faz. E tudo indica que não vai fazer.



Escrito por Cid Benjamin às 11h20
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Saindo de fininho



Escrito por Cid Benjamin às 11h20
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Revogação de concessões é comum em outros países

A Administração Federal de Comunicações dos Estados Unidos fechou 141 concessões de rádio e TV entre 1934 e 1987. Em 40 desses casos, nem esperou que acabasse o prazo da concessão. As informações constam em documento do presidente do Colégio de Jornalistas do Chile (o equivalente chileno à Federação Nacional de Jornalistas), Ernesto Carmona.
Canadá, Grã-Bretanha, França, Irlanda e Espanha também aparecem na lista de países que recentemente revogaram concessões. Embora seja ato comum nos países ocidentais, a cassação da concessão de emissoras de rádio e TV em nenhum dos exemplos citados aconteceu por participação em golpe de Estado. O caso da golpista RCTV venezuelana é único.

Espera-se, agora, que as emissoras de Tv, as revistas e os jornais brasileiros desenvolvam uma campanha para mostrar que nos EUA, no Canadá, na Grã-Bretanha, na França, na Irlanda e na Espanha não há liberdade de imprensa.



Escrito por Cid Benjamin às 11h19
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Ofensa aos brios nacionais...



Escrito por Cid Benjamin às 11h19
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Registro necessário

Na semana passada critiquei neste blog a posição da bancada do PT no Senado, que tinha votado a favor de uma moção contra Chávez e se somado às críticas ao presidente colombiano. É de justiça que, agora, registre a posição positiva assumida em nota oficial pela Executiva Nacional do partido, afirmando que a não renovação da concessão da RCTV é uma questão interna da Venezuela e que Chávez agiu dentro da legalidade.
O próprio Lula, depois de algumas declarações iniciais em que parecia estar se rendendo à pressão da mídia brasileira, melhorou o tom, deixando claro que a renovação da concessão da RCTV poderia ou não ter sido feita pelo governo venezuelano e que esta era uma questão interna daquele país.



Escrito por Cid Benjamin às 11h17
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Você viu isso?

Claro que não viu. A imagem, de uma gigantesca manifestação em apoio a Chávez no caso da RCTV, é de agências internacionais. Ela chegou a todas as redações da grande imprensa brasileira. Mas as emissoras de TV e os jornais de nosso país preferiram não divulgá-la.
Em defesa da liberdade de imprensa.



Escrito por Cid Benjamin às 11h16
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Discurso de Chávez

O discurso de Chávez nesta gigantesca manifestação está no Youtube, dividido em duas partes de cerca de 55 minutos. Os interessados devem clicar em http://www.youtube.com/watch?v=4kmIBhLdqxU e em http://www.youtube.com/watch?v=SjUSJGC07e4.



Escrito por Cid Benjamin às 11h14
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Uma boa notícia

Uma nova revista mensal de reportagem vai chegar às bancas no dia 28 de junho. É a Brasileiros, que a julgar pelos nomes que têm – Ricardo Kotscho, Hélio Campos Mello e Nirlando Beirão Kotscho – promete.



Escrito por Cid Benjamin às 11h11
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Colesterol na veia

Esta é do Zé Simão, da Folha.

Em Campos Gerais, Minas, tem um boteco especializado em torresmo chamado Infarto Frito.



Escrito por Cid Benjamin às 11h10
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Escrito por Cid Benjamin às 12h13
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Dura lex, sed lex?

“Não quero condená-lo, quero absolvê-lo. Mas quero ter a certeza de que ele não vai ser pego na primeira esquina.”
De Romeu Tuma (DEM-SP), corregedor do Senado, sobre Renan Calheiros (PMDB-AL)



Escrito por Cid Benjamin às 12h12
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Uma mão lava a outra...

"A generosidade do ‘oposicionista’ Romeu Tuma com o governista Renan Calheiros restaura uma velha tese do Congresso: escândalo multipartidário tende a não ser investigado".
Do cientista político MARCO ANTONIO TEIXEIRA sobre a declaração de Romeu Tuma, que externou seu desejo de "absolver" Renan Calheiros, mesmo antes das apuração das denúncias sobre o envolvimento do peemedebista com a Mendes Júnior.



Escrito por Cid Benjamin às 12h12
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A lição que Renan deve aprender

Já está mais do que demonstrado que quem tem telhado de vidro não deve brigar com ex-mulheres. Eis algo que Renan Calheiros deve aprender.

 



Escrito por Cid Benjamin às 12h10
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Uma pergunta enjoada para Renan

É incrível como nenhum repórter perguntou a Renan: “Senador, se os recursos para o pagamento da pensão alimentícia eram seus mesmo e não havia nada a esconder, por que pagar, mês após mês, a quantia de R$ 16.500 em dinheiro e não por meio de cheques ou transferências bancárias?”



Escrito por Cid Benjamin às 12h08
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Omertà

Vai aqui mais um artigo do sempre lúcido Léo Lince.

O escândalo é novo, mas o enredo é o de sempre. A julgar pela encenação montada no plenário do Senado, o cidadão pode preparar a paciência, pois vai começar mais uma operação abafa. Sempre que o clima de briga de quadrilhas nos altos escalões esquenta a ponto de acender o sinal de alerta no sistema dominante, a turma do “deixa disso” entre em campo para preservar a galinha dos ovos de ouro.
O presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros, acuado, não hesitou em lançar mão de um delicado escudo protetor ao colocar a família na linha de tiro. No caso em pauta, mais de uma. Tanto a família oficial, aquela na qual se jura fidelidade na alegria e na dor, quanto a família da “outra”, formada nos folguedos da “paternidade não planejada”. As duas foram chamadas ao palco para cumprir um doloroso dever: afastar as luzes daquele ponto onde mora o verdadeiro perigo.
O problema real está na terceira família, aquela com a qual Renan se vincula pelo conúbio mais que carnal das “afinidades eletivas”. Aos leitores atentos, aqueles que garimpam nos jornais as notinhas que não alcançam as grandes manchetes, não passou desapercebida uma outra iniciativa do astuto senador. Ele disparou mensagens telegráficas, mais de uma, sempre em “off” e com endereço certo: a grande “Famíglia” dos que fazem negócios na política. Como “quem avisa amigo é”, o recado foi dado. Investigar a relação promíscua de empreiteiras com políticos? Tudo bem, mas a devassa pode ser geral. (...)

Leia a íntegra no site do deputado Chico Alencar (http://www.chicoalencar.com.br).

 



Escrito por Cid Benjamin às 12h07
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Sobre salários e mimos

O ministro da Justiça, Tarso Genro (PT), numa tentativa canhestra de minimizar o significado dos “presentes” dados pela empreiteira Gautama a políticos classificou-os de “mimos”. A Gautama é acusada pela Polícia Federal de ter montado um gigantesco esquema de corrupção para fraudar licitações e corromper autoridades.



Escrito por Cid Benjamin às 12h06
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A grande imprensa precisa tomar Memoriol

Os jornalões estão fazendo um escarcéu porque o presidente Hugo Chávez criticou o Senado brasileiro. Dizem que é uma inaceitável ingerência em assuntos brasileiros. Mas não lembram que, antes disso, o Senado votou uma moção criticando a não renovação da concessão da RCTV, que apoiou um golpe de estado na Venezuela.
Lula, como era de se esperar, rendeu-se à pressão da grande imprensa e somou-se ao coro contra Chávez.



Escrito por Cid Benjamin às 12h03
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Cretinismo parlamentar

Só votaram contra a crítica à não-renovação da concessão da RCTV dois senadores: José Nery (PSol) e Inácio Arruda (PCdoB). Todos os demais apoiaram a moção, até os que integram as bancadas dos partidos ditos de esquerda.
O lamentável presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT), classificou as declarações de Chávez de “levianas e irresponsáveis”. E Aloizio Mercadante,o mais representativo senador do PT, cunhou a seguinte pérola: “Mesmo tendo apoiado da tentativa de golpe, [a RCTV] não deveria ter sido fechada, porque isso agride o estado de direito”.
Não sei se é para rir ou para chorar.



Escrito por Cid Benjamin às 12h03
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Por que a Globo é golpista

Artigo de Gilson Caroni Filho postado no site Agencia Cartamaior sobre o tratamento dado pela Rede Globo ao episódio da não-renovação da concessão da RCTV. Aprecio muito os artigos de Gilson, principalmente quando o governo Lula não está em pauta.

Seria pueril, se não fosse ameaçador. Seria mais um inusitado registro do teatro do absurdo, com sua habitual ironia, se não se tratasse de texto jornalístico sobre uma emissora que teve papel central na história recente da Venezuela. Mas Déborah Thomé, interina da coluna Panorama Econômico, do Globo, foi de um didatismo exemplar na edição de terça-feira, 7/5. Para ela, "Chávez acusa o canal de ter participado da tentativa de golpe em 2002 - acusação, aliás, verdadeira, mas que não justifica tal medida censora". Ao que parece, uma emissora televisiva não só se autonomiza do poder concedente como a ele se sobrepõe. Esse é o pilar da democracia admitida pela família Marinho.
Melhor, impossível. Mais que um deslize de estilo, estamos diante da reiteração de política editorial. A jornalista mostra que aprendeu o receituário da corporação que lhe paga o salário. Um arrazoado onde os princípios democráticos (igualdade, diversidade e participação), por não serem compatíveis com organizações monopolísticas e a otimização de seus ganhos, devem ser relativizados, a ponto de um golpe de Estado ser um pecado menor.

Leia a íntegra em http://www.cartamaior.com.br:80/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=3608



Escrito por Cid Benjamin às 12h02
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O caso RCTV e a liberdade de imprensa

O artigo é de Marco Aurélio Weissheimer e está no site Agência Carta Maior.

A mídia sai em defesa da RCTV, acusa Chávez de golpear a liberdade de imprensa e silencia sobre a atuação golpista da emissora. Devia ouvir ex-editor da CNN e ex-gerente da RCTV que defendeu a cassação da concessão da emissora, por sua participação no golpe de 2002.

Nos últimos dias, os grandes grupos midiáticos brasileiros reproduziram à exaustão textos, comentários, editoriais e matérias de rádio e televisão sobre o golpe que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, estaria desferindo na liberdade de imprensa ao não renovar a concessão pública da RCTV, um dos grandes canais de TV privados daquele país. Na verdade, nem se fala em “não renovação da concessão”, mas sim em “fechamento” do canal. Outra sutileza lingüística ocorre quando esses grupos falam, sempre de modo lateral, sobre a “suposta” participação da RCTV na tentativa de golpe de Estado contra Chávez, em abril de 2002. O uso da palavra “suposta”, neste caso, pode significar duas coisas: desinformação ou má fé. Considerando a quantidade de material disponível sobre a participação da RCTV no golpe, a primeira alternativa deve ser logo descartada. (...)

Leia a íntegra em http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14215



Escrito por Cid Benjamin às 12h02
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Vamos respeitar as tradições, gente!

Esta nota me foi enviada pelo amigo José Luís Fevereiro, que costuma ter ótimas idéias e posições quando o assunto em pauta não é o Botafogo.

Tá certo que os nossos políticos não sejam que nem os japoneses que quando flagrados em corrupção se suicidam. Mas será que nem o Gushiken ou o Okamoto vão honrar as tradições dos seus ancestrais?



Escrito por Cid Benjamin às 12h01
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Negócios agropecuários

Esta é do Zé Simão, da Folha.

Renan diz que o dinheiro provém de negócios agropecuários. É sim, vem de uma vaquinha. Vaquinha entre as empreiteiras.



Escrito por Cid Benjamin às 12h01
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Mais uma do Zé Simão

“Pra ganhar uma pensão de R$ 16.500, até eu quero ter um filho com o Renan.”



Escrito por Cid Benjamin às 12h00
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Atenção botafoguenses

Tostão, que foi um excepcional jogador e hoje é médico e o melhor comentarista de futebol do país, contou em sua coluna na Folha.

Artigo publicado numa revista especializada de oftalmologia ("Experts Eye View") e escrita pelo médico Francisco Belda Maruenda, com o título: "Pode o olho humano detectar um impedimento durante um jogo de futebol?" conclui que, em lances difíceis, é impossível para o(a) auxiliar do árbitro, numa fração de segundos, no momento do passe, enxergar e observar os movimentos, no mínimo, de dois jogadores de um time, dois do outro, além da bola. (...)
Assim, como todos já sabiam, até a Fifa, um ótimo bandeirinha, muito concentrado, tem 50% de chances de errar a marcação de impedimentos duvidosos.

Vê-se, portanto, que a implicância dos botafoguenses com a linda bandeirinha Ana Paula não é porque ela errou dois impedimentos. Deve haver outro motivo...



Escrito por Cid Benjamin às 12h00
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Te cuida, Aécio!

Romário foi convidado pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, para receber uma homenagem no Palácio das Mangabeiras, em Belo Horizonte. O Baixinho recebeu um troféu, brincou de disputa de pênaltis com o presidenciável e o presenteou com uma camisa oficial do Vasco autografada.

Consta que, na ocasião, houve o diálogo abaixo.



Escrito por Cid Benjamin às 11h59
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Diferenças entre Brasil e Portugal

Esta piada foi mandada pelo amigo Manoel Henrique Ferreira. Apesar de vascaíno roxo, Manoel gosta de piadas de português.

Um ministro português recebeu, em Lisboa, um ministro brasileiro. Simpático, o português convidou o brasileiro a ir à sua residência. O ministro brasileiro foi e ficou espantado com a bela vivenda. Em num bairro chiquérrimo e a mansão tinha uma linda piscina.
Com a informalidade, o brasileiro pôs-se a fazer perguntas.
- Com um ordenado que não chega a mil contos limpos, como é que o meu amigo conseguiu tudo isto? Não me digas que era rico antes de ir para o Governo?
O ministro português sorriu, disse que não, antes não era rico. E convidou o outro a ir até à janela.
- Estás a ver aquela auto-estrada?
- Sim - respondeu o brasileiro.
- Pois ela foi feita por 100 milhões. Mas, na verdade, só custou 90... - disse o português, piscando o olho.
Semanas depois, o ministro português veio ao Brasil. O brasileiro quis retribuir a simpatia e convidou-o a ir a sua casa. Era um palácio com  varandas viradas para o pôr-do-sol, jardins japoneses e piscinas em cascata.
O português nem queria acreditar, gaguejou perguntas sobre como era possível um homem público ter uma mansão daquelas. O brasileiro levou-o à janela.
- Você está vendo aquela auto-estrada?
- Não!



Escrito por Cid Benjamin às 11h57
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