Blog do Cid Benjamin


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Escrito por Cid Benjamin às 21h24
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Lula no divã



Escrito por Cid Benjamin às 21h23
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Robin Hood às avessas

Contradizendo os que garantem estar havendo melhoria na distribuição de renda, os números mostram que a participação dos rendimentos do trabalho no Produto Interno Bruto (PIB) tem caído. Ela era de 50% da renda nacional em 1980, encolheu para 36% em 2004. O economista Márcio Pochmann, do Centro de Estudos de Economia Sindical e do Trabalho, da Unicamp, mostra em trabalho que foi objeto de reportagem no Estado de S. Paulo, que, entre 1999 e 2005, foram criados no Brasil 20,9 milhões de ocupações com remuneração inferior a dois salários mínimos (o equivalente a R$ 760 hoje). Em contrapartida, foram fechados 5,5 milhões de postos que pagavam mais. O saldo foi a abertura de 15,4 milhões de vagas de baixa remuneração. Desde 1996, quando a remuneração do trabalho no País apresentou o nível mais alto do Plano Real, o rendimento médio dos ocupados teve queda de 15%, passando de R$ 948, naquele ano, para R$ 805 em 2005, já descontada a inflação.
Em tempo: embora não reze pela cartilha do chamado Campo Majoritário, Pochmann é do PT.



Escrito por Cid Benjamin às 21h22
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Prioridades



Escrito por Cid Benjamin às 21h22
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Há método nessa loucura – texto de Fausto Wolf (JB - 23-3-07)

A cobra não informa ao camundongo por que o está devorando. A violência só se contém diante de uma violência superior, como ocorreu, por exemplo, em 84-85 no Brasil. O Coiso achou que os militares já tinham cumprido seu papel e que chegara a hora do neoliberalismo. Antes, porém, algumas aparentes loucurinhas foram cometidas. Durante as Diretas Já, o povo empurrava o palanque enquanto os políticos cochichavam as indiretas com Tancredo. Se Polônio, pai de Ofélia e Laerte e quase sogro de Hamlet, estivesse por ali, teria dito: "Há método nessa loucura".
E método havia, pois, embora muito parcimonioso em boas ações, Tancredo não era o candidato ideal do Coiso, que já tinha uma lista elaborada até a metade do século 21. Deu Sarney, cuja modéstia não o impediu de ser investigado e escapar de uma CPI no fim do seu desgoverno. Obedecendo a ordens do Coiso, a direita liderada por megaempresas daqui e do exterior inventa uma espécie de criatura do doctor Frankenstein, o Caçador de Marajás, jovem ex-governador das Alagoas, um dos três estados mais famintos do Brasil.
Collor era, aparentemente, tão fascinante que o sr. Luiz Silva, seu oponente, ficou fascinado por ele e perdeu o debate. O erro do frívolo Collor foi achar (como Lula hoje em dia) que podia enganar todos ao mesmo tempo o tempo inteiro. Com poucas exceções, uma delas o Roberto Jefferson, que anos mais tarde seria o melhor amigo do sr. Luiz Silva, o modelito alagoano foi impedido de exercer a Presidência e impedido de se candidatar a cargos públicos por oito anos. Collor, que já era rico, tornou-se podre de rico durante seu passeio pelo poder.
Collor elegeu-se senador por Alagoas eleito pelos miseráveis, que vêem nele um Trujillo mais jovem (a outra metade é esclarecida e vota
em Heloísa Helena), e o que gastou pretende recuperar em poucos meses.
Observem como a loucura ataca um povo condenado à miséria, a novelas de TV, big-brothers, mau futebol e ruídos "musicais" alienígenas. Collor não só é recebido de braços abertos como em seu discurso declara que seu impeachment foi uma farsa. Não podia ter dito mais claramente que a maioria dos deputados e senadores era farsante. Mais loucura: os insultados revidaram? Que nada. Botaram os respectivos rabões entre as pernas e calaram o bico. Menos, é claro, o senador Pedro Simon, do Rio Grande do Sul, que logo será expulso do PMDB, onde a banda podre, a cada dia que passa, mais infecta a banda limpa. Simon afastou a loucura e deu ao fenômeno a sua real dimensão. Disse a Collor: "Vossa Excelência foi impedido de exercer a Presidência porque era chefe de uma quadrilha e isso foi provado".
Neste momento colocarei o leitor diante de um problema jurídico-filosófico. Se todos os senadores, com exceção de Simon, não se incomodaram de serem chamados de farsantes é porque concordaram. Ora, se todos concordam que o julgamento de Collor foi uma farsa e o único a discordar disso é o Pedro Simon, quem está errado é ele e talvez fosse o caso de processá-lo. Nós sabemos, porém, que Simon - uma das poucas reservas morais deste país - estava certo e o Senado demonstrou mais uma vez a própria falta de caráter. Enquanto isso, juntamente com os deputados, os senadores davam um jeito de aumentar seus salários em quase 60%.
A esperta loucura está bem instalada. Não podemos nos queixar ao sr. Luiz Silva, pois ele enlouqueceu ao classificar ministros e usineiros como heróis e colocar um ex-ministro de Collor e Geisel na Reforma Agrária (poderá ser uma boa surpresa), um ex-guerrilheiro na Secretaria de Comunicações e quase beijar os botox de Collor de Mello (dois a mais que os da ministra do Turismo), enquanto se prepara para colocar no pedestal dos heróis o banqueiro Miguel, vice-presidente do Santander.
Tente se queixar na Comissão de Justiça da Câmara e verá que ela é presidida por um garoto chamado Leonardo Picciani, que já acabou com a CPI do apagão dos aeroportos e do ministro Waldir Pires. Este rapaz é apenas bacharel e está num lugar que já foi de Milton Campos e Adauto Lúcio Cardoso. Está neste posto por indicação de seu pai, presidente da Assembléia do Rio de Janeiro, um homem favorável ao trabalho escravo nas fazendas que tem em parceria com o filho.
É com tristeza que digo: Leonardo teve o apoio do governador Sérgio Cabral. Qual o método da loucura? 1) mensalão para a grande maioria nas duas Casas; 2) falsa oposição; 3) distribuição de dinheiro para os ricos; 4) distribuição de bolsas humilhação e família para os miseráveis; 5) conta a ser paga pela baixa classe média.
Não se queixem ao papa, que este só quer saber de sexo, e nem aos bispos eletrônicos, que estes lhe tomarão o dinheiro da condução sob o pretexto de que caminhar faz bem à saúde. O que fazer? Olhe o mar sem pensar em nada enquanto acompanha o trajeto de uma nuvem.



Escrito por Cid Benjamin às 21h21
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Papa versus Darwin



Escrito por Cid Benjamin às 21h21
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Política sinistra - artigo de Fernando de Barros e Silva na Folha (9/4/07)

Não pode haver nada em comum entre o finado PFL e o partido da Democracia de Esquerda italiano - o DS (Democratici di Sinistra). Não podia. Assim como o PFL virou Democratas, o DS vai mudar de nome: entre 19 e 21 próximos, realiza em Florença seu congresso para formalizar a fusão com o Margherita, de origem católica, da qual nascerá o Partido Democrático - ponto. Adeus, "sinistra".
O herdeiro político do PC italiano, por muito tempo a maior e mais importante organização comunista da Europa, apagará a "esquerda" de sua identidade, sob os aplausos do primeiro-ministro Romano Prodi. Todos agora são "democratas".
Sim, é só uma coincidência. Mas a convergência inusitada entre "ex-comunistas" italianos e "ex-liberais" nativos rumo a um centro indiferenciado no espectro político fala algo à imaginação.
Não se trata de comparar alhos com bugalhos. A trajetória do antigo PCI está ligada ao reformismo social e à defesa da democracia, tendo às costas o fantasma do fascismo e à frente o palco da Guerra Fria.
Nossos Democratas nasceram da costela da ditadura, como dissidência da Arena, e muitos de seus líderes ainda são a memória viva do coronelato político. Nem o PCI era comunista à maneira soviética nem o PFL jamais foi liberal de verdade.
Seja como for, em ambos os casos, o esforço de "desideologização", a busca pelo lugar-comum democrático, sem maiores especificações, tudo enfim joga água no moinho dos que apostam na irrelevância crescente da política e no esgotamento dos partidos como catalisadores de demandas coletivas e veículos de transformação social.
Também a antiga esquerda européia vai se rendendo à pauta do individualismo possessivo, de matriz norte-americana. Aqui e acolá, os novos democratas são mais um epifenômeno do conservadorismo mundial que se propaga em ondas desde os anos 80. No Brasil, o pragmatismo sem remorsos nem medo de ser feliz do governo Lula exprime melhor que o DEM o que há de sinistro nessa nova política.



Escrito por Cid Benjamin às 21h20
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O programa nuclear do Irã – o novo vilão de Bush

É inegável que a proliferação de armas nucleares aumenta os riscos de destruição da Humanidade. Mas é pura hipocrisia a atitude dos Estados Unidos em relação ao programa nuclear iraniano. Por que as grandes potências podem aumentar e aperfeiçoar seus gigantescos arsenais nucleares e outros países não podem construir armas atômicas? Não será mais justo substituir o discurso da “não-proliferação” das armas nucleares, que favorece os que já têm a bomba, pelo discurso da “destruição total das armas nucleares”?
Com que autoridade moral os EUA tentam impedir o Irã de ter armas atômicas (sim, porque por mais que negue, este é o objetivo do Irã com seu programa nuclear do Irã; afinal o país existe em cima de um gigantesco poço de petróleo), enquanto aperfeiçoam as suas a cada dia. E mais: fecham os olhos para os “países amigos” que têm essas armas, como Israel e Paquistão, hoje, e África do Sul, no passado? Isso, sem falar nos países do Primeiro Mundo, que, por algum direito divido, teriam o direito de possuir armamento nuclear.
A coisa fica, ainda, mais grave quando os Estados Unidos não só já usaram bombas atônicas (e numa guerra que já estava decidida), como se recusam a assumir o compromisso de não serem o primeiro a utilizá-las. E que têm invadido outras nações para apoderar-se de suas riquezas naturais, como fizeram com o Iraque – também com a justificativa fajuta de impedir a proliferação de armas de destruição em massa, que, como se viu, não existiam.
Não morro de amores pelo governo iraniano, mas, francamente, não vejo qualquer justificativa moral naqueles que querem forçá-lo a interromper seu programa nuclear.



Escrito por Cid Benjamin às 21h19
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A biblioteca do Google - Projeto pretende disponibilizar na rede todos os livros já publicados no mundo

Esta matéria foi publicada no dia 3 de abril no jornal A Notícia, de Santa Catarina. Se o que diz é verdade, estamos às vésperas de um salto gigantesco na difusão do conhecimento humano.

Toda manhã, técnicos carregam pilhas de livros da coleção de 11 milhões de exemplares da biblioteca Bodley, na Universidade de Oxford (Grã-Bretanha), e as levam a um prédio ao lado. Lá, os volumes são colocados em scanners que digitalizam suas páginas. Enviados depois aos laboratórios do Google nos Estados Unidos, os dados tornam-se disponíveis para pesquisa via internet.
A operação silenciosa esconde a profundidade das ambições do Google: digitalizar todos os livros já publicados no mundo. “Achamos que podemos fazer isso em dez anos. Estou surpresa com o quanto estamos perto”, projeta Marissa Mayer, executiva da empresa.



Escrito por Cid Benjamin às 21h18
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Beckham dá presente inusitado à esposa - do Lancepress

Existe um ditado que diz que dinheiro não compra felicidade. No entanto, com um cofre recheado, é possível realizar desejos e dar presentes inusitados, como fez o apoiador Beckham, do Real Madrid. Segundo o diário "Sport", o astro inglês deu a sua esposa Victoria Adams um vibrador de platina e diamantes, avaliado em 2 milhões de euros (R$ 5,4 milhões).

O que terá de tão especial esse vibrador para custar tanto?



Escrito por Cid Benjamin às 21h18
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DICA DE VIAGEM – Receita do Kibeloco

Uma daquelas pessoas incrivelmente chatas, inconvenientes e/ou pegajosas sentou do seu lado durante uma viagem de avião e você simplesmente não sabe o que fazer para vita-la? Seus problemas acabaram. Basta seguir as instruções abaixo:

1 – Abra, calmamente, o seu notebook;
2 – Inicie o sistema;
3 – Assegure-se que o chato esteja olhando para a sua tela;
4 – Feche os olhos, incline a cabeça para trás, ergua as duas mãos para o alto e pronuncie sons incompreensíveis (algo puxado para o árabe é recomendável);
5 – Então, clique http://www.thecleverest.com/countdown.swf

Depois, basta chamar a aeromoça para recolher o chato infartado.



Escrito por Cid Benjamin às 21h17
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Botafogo foi roubado

Como este blog está sendo atualizado apenas uma vez por semana, esta nota vai com certo atraso. Mas há tempos não vejo um time ser tão prejudicado por um juiz como o Botafogo no último jogo contra o Vasco. Pode até não ter havido má-fé, mas não dar para pôr a mão no fogo.



Escrito por Cid Benjamin às 21h17
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Agora sai o gol mil

Se Romário, em vez da carequinha de hoje, tivesse essa cabeleira, certamente o gol mil teria saído naquele mergulho que deu no jogo Vasco x Botafogo.



Escrito por Cid Benjamin às 21h16
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PM de Alagoas é Flamengo

No site da PM do estado de Alagoas há um link para o Flamengo. Isto é que é ser “o mais querido do Brasil”. Confiram no próprio site: http://www.pm.al.gov.br/



Escrito por Cid Benjamin às 21h15
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Escrito por Cid Benjamin às 11h49
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Perdidos



Escrito por Cid Benjamin às 11h48
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Rotina, nada além de rotina

Esta nota, que dispensa comentários, me foi mandada pelo amigo César Faccioli

Desfeito o mistério das reuniões de astrônomos do Banco Central, a começar pelo próprio presidente Meirelles, com figurões do mercado financeiro. Digo, os convescotes secretos realizados nos dias 15 e 16 deste mês no Rio e em São Paulo. Rotina, nada além de rotina, diz uma carta remetida pelo banco a CartaCapital, que noticiou os encontros na edição ainda nas bancas. Desde 2000, ou seja, desde os tempos tucanos de Armínio Fraga, o BC realiza reuniões trimestrais “com economistas para colher avaliações de cenários macroeconômicos, a serem levados em conta no Relatório Trimestral de Inflação”, amplamente divulgado pela internet. É o que a carta alega. Resposta de CartaCapital. “Reuniões houve, como afirma o BC, e a discussão a portas fechadas foi exatamente a relatada por CartaCapital. Os encontros não constam da agenda do BC, não há comunicação de quando vão ocorrer, tampouco do que foi debatido. CartaCapital sugere que na próxima reunião, em três meses, o evento seja aberto à imprensa”.
Permito-me acrescentar algo. Em lugar algum do mundo democrático encontros desse naipe seriam possíveis, assim como em lugar algum do mundo democrático senhores do mercado vão para o Banco Central e saem para voltar a ele num zás-trás. É um vai-vem do conhecimento do mundo mineral. E também é o fato de que em lugar algum do mundo a chamada inside information entre os colegas de ontem e de hoje circula tão livre e abundantemente.




Escrito por Cid Benjamin às 11h47
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Millor Fernandes, citando Marx e Lula

Marx disse: "Operários do mundo, uni-vos. Nada tendes a perder, senão os vossos grilhões".
Lula disse: "Menti e desmenti: nada tendes a perder, senão as contradições".



Escrito por Cid Benjamin às 11h47
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Trair e coçar é só começar – artigo de Clóvis Rossi na Folha de S. Paulo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou na mão seu recém-nomeado comandante da Aeronáutica, ao desautorizá-lo no momento em que se preparava para prender militares amotinados.
Motim é crime. Deve ser punido na forma da lei, qualquer que seja a razão dos amotinados.
Em seguida, Lula deu as costas a seu ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, ao descumprir parte do que havia sido acertado pelo ministro, a mando de Lula, com os controladores amotinados. Por extensão, traiu também os controladores, cujo motim havia sido, digamos, "legalizado" pelo acordo com Bernardo.
É muito para pouco tempo? Não.
É só a seqüência de uma lógica que vem desde o início do governo.
Afinal, ao assumir o cargo, Lula jogou no lixo tudo o que ele e seu partido haviam dito e escrito durante seus primeiros 23 anos de história. Se isso não é traição, rasguem-se os dicionários.
O problema é que a traição original mereceu aplausos quase unânimes. Os poderosos de sempre, cuja capacidade de difundir seu interesse é fenomenal, ficaram felicíssimos ao ver que um partido e um líder político que se diziam de esquerda adotavam o mais desbragado conservadorismo.
E a esquerda calou-se quase toda, satisfeita com as "boquinhas".
Aliás, é por isso que o problema militar de agora não pode ser comparado aos do passado, especialmente à crise de 1964. Naquela época, os interesses das elites econômicas e empresariais estavam, sim, sendo tocados ou ao menos ameaçados pelo governo Goulart e seus aliados. Agora, Luiz Inácio Lula da Silva é o fiador do status quo e do establishment.
A primeira e original transfiguração puxou as demais, como, por exemplo, as alianças com Sarney, Quércia, Maluf, Collor, Delfim, Geddel e um vasto etc. Quem faz uma faz muitas, faz todas.



Escrito por Cid Benjamin às 11h47
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Bolsa de miss Paraná desaparece durante visita ao Senado – do Kibeloco

A miss Paraná, Jéssica Pereira, reclamou na Polícia do Senado que sua bolsa desapareceu durante uma visita ao Congresso. Quando se deu conta da ausência, Jéssica procurou a segurança do Senado para reclamar do sumiço. Mas, como a miss admitiu que poderia ter perdido a bolsa (que continha um celular e um estojo de maquiagem), nenhuma queixa foi registrada.
Orientada pelos seguranças, a miss evitou dar declarações sobre a suspeita de furto. Na semana passada, a bolsa de uma funcionária do Senado também sumiu durante o tumulto provocado pela visita do jogador Romário à Casa. A funcionária suspeita que teve a bolsa furtada.
Melhor a mocinha parar de reclamar. Ela teve sorte de sair com os dois rins de lá.



Escrito por Cid Benjamin às 11h46
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Juíza ordena liberdade de ex-agente da CIA acusado de terrorismo

A Justiça norte-americana libertou sob fiança o terrorista anticastrista Luis Posada Carriles, ex-agente da CIA, responsável pela colocação de uma bomba num avião da Cubana de Aviación. No atentato morreram os 73 passageiros.
Para um país que diz travar uma guerra contra o terrorismo, é sem dúvida um mau exemplo.



Escrito por Cid Benjamin às 11h46
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Pentágono admite que Saddan não tinha ligação com Al Qaeda

E agora? Não havia ligação com a Al Qaeda. Não havia armas de destruição em massa. Só falta mesmo admitirem que a invasão e a destruição do Iraque foi uma forma de tentar controlar a segunda maior reserva de petróleo do mundo.



Escrito por Cid Benjamin às 11h46
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O fiscal da natureza

Este texto é de Edmar Oliveira e me foi enviado pelo amigo Jander Duarte.

Nesta semana Luiz Fernando teve os seus minutos de glória. A mídia invadiu sua casa e mostrou para o Brasil o morador flutuante do Canal do Cunha. Pouca gente sabe o que é o canal do Cunha, mas certamente muitos moradores da cidade do Rio de Janeiro e os visitantes que desembarcam no aeroporto do Galeão já sentiram seu cheiro característico. Trata-se de uma estreita faixa de podridão que separa a comunidade da Maré da Linha Vermelha.
Luiz Fernando juntou milhares de garrafas pet, pedaços de isopor e fez um deck flutuante no canal onde construiu sua casa de dez metros quadrados de alvenaria e materiais de construções demolidas, como janelas e portas, móveis e alguns objetos de decoração. A maioria dos componentes de sua casa foi encontrada dentro e nas margens do próprio canal. E se pode dizer que Luiz transforma o lixo em luxo pelos requintes dos detalhes que adornam sua casa: banheira de hidromassagem (quebrada, mas lá está o símbolo do luxo), grama sintética na varanda, tapete vermelho na entrada e, porque no sonho se tem direito ao exagero, um carro na garagem ao lado da casa. Foi feito um deck auxiliar onde um Opala 1982, com o motor necessitando de retífica, representa o sonho de consumo de quem ascende na escala social. E Luiz sintetiza: "vivemos num sistema capitalista, que dá direito à prosperidade, o que me dá o direito a uma ilha particular". Frase que poderia ter sido um argumento de alguns milionários que ocupam ilhas na baía de Angra dos Reis...
Mas a exposição na mídia tem seus problemas. A Serla, órgão da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, responsável pela preservação das lagoas e da orla marítima, resolveu que a obra prima de Luiz tem que ser removida em sete dias por "invasão com intenção de ocupar águas públicas de domínio estadual", segundo laudo técnico. Luiz Fernando argumenta perplexo: "usei coisas que poluem o canal que a Serla deveria despoluir. E agora a Serla quer me tirar?" Recusa-se a assinar a notificação do fiscal da Serla e quando é acusado de desrespeito novamente brilha no argumento: "só respeito a constituição que me dá direito a moradia".
Toda a linha de raciocínio de Luiz está muito próxima da genialidade ou da loucura, sua irmã siamesa. E, segundo os jornais, o fiscal da Serla concluiu na sua visita: "ele está sem posse das faculdades mentais". Mas não é esta a posse que Luiz está reivindicando. Ele quer manter a posse do sonho, a posse da inventividade e criatividade que, apesar da desesperança, insiste em habitar a alma do nosso povo. A destruição deste sonho pode transformar a genialidade de Luiz em loucura.
Fico aqui me perguntando se Luiz não poderia ser, de certa forma, recrutado pelo órgão publico para continuar na sua cruzada de preservação do canal. E fosse reconhecido como ele próprio se nomeia: "sou um fiscal da natureza".



Escrito por Cid Benjamin às 11h45
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O gol mil de Romário – I

O amigo Zé Luis Fevereiro - nascido em Moçambique, de pais portugueses e brasileiro de coração – por essas razões que a própria razão desconhece torce pelo Botafogo. É nessa qualidade que se somou às gozações aos vascaínos. E me mandou o e-mail abaixo, que está sendo publicado apesar de este blog ser flamenguista.

Tenho uma sugestão para vocês. Marquem um amistoso com o Íbis para o Romário fazer o milésimo gol. Se ele não conseguir no tempo regulamentar, joguem uma prorrogação. Se, mesmo assim, não der, tentem os pênaltis. Sem nem assim conseguirem, aí só esperando o próximo jogo com o Flamengo mesmo.



Escrito por Cid Benjamin às 11h45
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O gol mil de Romário - II



Escrito por Cid Benjamin às 11h43
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Funerária o quê mesmo?



Escrito por Cid Benjamin às 11h41
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Com prazer?



Escrito por Cid Benjamin às 11h40
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Pai Ambrósio é danado...



Escrito por Cid Benjamin às 11h39
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Sabe com quem está falando?

O delegado Sindônis Souza da Cruz terá que ressarcir aos cofres públicos R$ 15 mil. O valor é referente à indenização que o Estado do Maranhão terá que pagar a um aposentado que foi preso por Cruz por se queixar que o delegado tinha “furado” a fila do banco. A decisão é da 2ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que, por unanimidade, negou provimento ao recurso do funcionário público e manteve a condenação imposta anteriormente. Da decisão cabe recurso.
Segundo a assessoria do STJ, no dia 8 de maio de 2000, o aposentado Euvaldo Bezerra Matoso reclamou que o delegado foi atendido na agência bancária em que estavam sem ter pego a senha e esperado na fila, como todas as outras pessoas. Após a manifestação, o delegado Cruz deu ordem de prisão ao aposentado, sob a acusação de “desacato”. Matoso foi forçado a manter-se sentado até que, preso, foi levado à delegacia, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante.
De acordo com o aposentado, para ser posto em liberdade, precisou pagar fiança. Matoso ingressou na Justiça contra o Estado do Maranhão alegando que o ocorrido lhe causou danos morais. Em primeira instância, o Estado foi condenado a pagar uma indenização de R$ 9.600. O juiz também acolheu o pedido do Estado para que o delegado fosse condenado a ressarcir o valor aos cofres públicos.



Escrito por Cid Benjamin às 11h38
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Escrito por Cid Benjamin às 18h55
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Troca-troca I - Chinaglia acena com lei para proteger quem trocou de partido

Houve um tempo (antes dos mensalões da vida, que ajudam a engordar a base do governo Lula) em que o PT defendia a fidelidade partidária. Agora quer protegê-los, para que não percam o mandato.



Escrito por Cid Benjamin às 18h54
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Troca-troca II – trecho de artigo de Eliane Catanhede, na Folha

Agora, falta saber se o sujeito que trocou de sigla vai querer voltar à original e se o partido que perdeu o sujeito vai aceitar o filho pródigo ou brigar pela vaga. E vamos torcer para que a Câmara não salve a pele dos atuais parlamentares. O TSE opinou sobre regras existentes, e a Câmara pode simplesmente criar uma nova regra. Aí, adeus decisão do TSE. Ou seja: adeus mais uma tentativa de moralização política.



Escrito por Cid Benjamin às 18h53
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Lobby I - Compadre de Lula é intermediário na compra da Varig pela Gol

Roberto Teixeira, aquele amigo de fé e compadre que emprestava um apartamento para Lula morar gratuitamente, intermediou a compra da Varig pela Gol. Para quem era um obscuro advogado em São Bernardo até pouco tempo atrás, foi um belo salto na carreira.



Escrito por Cid Benjamin às 18h53
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Lobby II - Zé Dirceu e Zeca do PT se juntam para lobby com etanol no MS

Repito algo que já disse aqui. Não é ética (palavrinha hoje demodée) a mistura dessas duas atividades, tão caras a certas figuras públicas: lobby e política.



Escrito por Cid Benjamin às 18h52
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Febeapá

“Não sou corno e não tenho paixão por pessoa do mesmo sexo”.
Do presidente do PDT, Carlos Lupi, ao explicar em entrevista ao Globo que teve a vida investigada pela Abin e não foi encontrado nada que o desabonasse para ser ministro de Lula.



Escrito por Cid Benjamin às 18h51
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A pergunta que faltou

Nas entrevistas com Lupi faltou uma perguntinha elementar. Afinal, o que fez o PDT deixar a oposição a Lula para passar a apoiá-lo: a oferta de um ministério ou a esperança de que o segundo mandato de Lula seja diferente do primeiro?



Escrito por Cid Benjamin às 18h51
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PFL muda de nome I

O nome do partido agora é Democratas. Será quem seus próceres farão autocrítica por terem apoiado a ditadura militar?



Escrito por Cid Benjamin às 18h51
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PFL muda de nome II

Ou muito me engano ou vai pegar um apelido para os antigos pefelistas: demos.



Escrito por Cid Benjamin às 18h50
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PFL rejuvenesce sua direção

 



Escrito por Cid Benjamin às 18h50
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Apagão aéreo: Lula dá ultimato



Escrito por Cid Benjamin às 18h48
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Lulice

“Também uso avião”.
Lula



Escrito por Cid Benjamin às 18h48
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CUT agora reage contra emenda 3

Já era hora de a CUT reagir contra a Emenda 3 ao projeto da Super-Receita, vetada por Lula. Agora os congressistas ameaçam derrubar o veto. A emenda - proposta no ano passado por Ney Suassuna, então líder do governo no Senado, proíbe que fiscais do Ministério do Trabalho autuem empresas que contratam trabalhadores como pessoa jurídica para não pagar os encargos sociais. Contratados como pessoa jurídica os trabalhadores perdem também direito a férias, décimo-terceiro e aviso prévio. Ou seja, a emenda é um autêntico retorno à República Velha.
Como ela tinha sido proposta pelo líder do governo e Lula não dava sinais de que iria vetá-la, os neopelegos, encabeçados pela CUT, guardavam prudente silêncio a respeito. Agora que Lula vetou a emenda, começaram uma campanha pela manutenção do veto.
Melhor assim.



Escrito por Cid Benjamin às 18h48
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IBGE muda fórmula para calcular o PIB e, com isso, economia cresce mais

 

Veja, abaixo, os comentários de Josias de Souza, da Folha.

O PIBinho do Brasil é, como se sabe, muito miudinho. Leva coças sucessivas dos coleguinhas de turma – Venezuela, Argentina, Chile... Apanha também dos fortões da turma mais avançada: China, Índia e Rússia.
Dias atrás, cansado de tanta humilhação, o PIBinho tomou um complexo vitamínico. Coisa fina, preparada pelo IBGE. Até nas fotos do passado pareceu ter engordado. Nesta quarta-feira (28), divulgou-se que, mercê da vitamina, a economia brasileira cresceu 3,7% em 2006, não 2,9% como se havia informado no início do mês.
O PIBinho ainda é pequenininho e fraquinho. Mas já não leva pra casa os desaforos dos frangotes do maternal. Encara o Haiti e o Paraguai até com certo ar de superioridade.



Escrito por Cid Benjamin às 18h47
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A Globo e a lição de moral em Collor

O amigo Gilson Caroni lembra que faltou algo no artigo de Ali Kamel, diretor da TV Globo, escandalizando-se diante do fato de que todos se calaram no Senado quando Collor se disse injustiçado: abordar o papel desempenhado pelas Organizações Globo em 1989 na construção daquela farsa. Leia abaixo o artigo de Gilson.

DISCURSO DE COLLOR - A Globo e as meias verdades

Mais uma vez, "empenhado" em repor a verdade factual de episódio recente da política brasileira, Ali Kamel, diretor-executivo de jornalismo da TV Globo, volta à página de "Opinião" do jornal da família Marinho. Desta vez escreve um artigo que tem por título "Collor". Como de hábito, uma redação formalmente correta, escorreita e elegante. Como sempre, uma petição de meias verdades. Algo como um Legacy com problemas no mapa aeronáutico e no painel do transponder. Se a história tomasse a forma de um Boeing, uma colisão inevitável teria que desaparecer do noticiário do Jornal Nacional.
Dizendo-se chocado com a "reação do Senado ao discurso de estréia de Fernando Collor" na quinta-feira (15/3), o jornalista abre o artigo manifestando indignação com a forma como o ex-presidente classificou seu impeachment: "Uma litania de abusos e preconceitos, uma sucessão de ultrajes e acúmulo de violações das mais comezinhas normas legais".
Para Kamel, a passividade dos senadores deu margem a uma perigosa releitura da história. Segundo ele, o que Collor quer caracterizar como momento de arbítrio, foi, na verdade, "um exemplo pleno do funcionamento de nossa democracia". Até aqui não há o que objetar ao texto do segundo cargo de maior importância na hierarquia da Central Globo de Jornalismo.
Eficaz e simplificador
Os problemas começam quando, após relato detalhado do funcionamento da CPI e do julgamento de Collor pelo STF, Kamel explicita o que o levou a escrever o artigo: "A preocupação com os jovens, que não conhecem essa história". Se a motivação fosse sincera, deveria, então, contar o processo histórico inteiro, não se atendo apenas a seus momentos finais.
Teria que recordar que o ex-presidente foi uma aposta de Roberto Marinho para dar início à desconstrução do Estado, conforme solicitava o receituário neoliberal. O criador do maior conglomerado de mídia e entretenimento do Brasil não hesitou em jogar sujo para assegurar a vitória do "caçador de marajás" em 1989.

Para ler todo o artigo, vá em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=426JDB003



Escrito por Cid Benjamin às 18h46
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E não é que Benedita tinha alguma razão...

Dois amigos mandaram e-mails corrigindo parcialmente a observação que fiz a respeito de um trecho do artigo publicado pela secretária Benedita da Silva. “Não sabia que a hipertensão – mal de que padeço – é característico da raça negra.”
O primeiro a corrigir foi o Luís Marcolino, que é advogado: “Pesquisa antiga -não sei se, com atualizações, terá mudado, mas acho difícil - dá conta que a maior incidência de hipertensão se dá em pessoas da raça negra. O que não quer dizer que os não-negros também não sejam hipertensos.”
Depois, Alexandre Pinto Cardoso, médico e diretor do Hospital do Fundão, escreveu: “
A hipertensão arterial é um pouco mais freqüente em negros, e também costuma ter curso mais grave. Existe uma patologia claramente mais freqüente neste grupo que é a anemia falciforme. No nosso Hospital, dois terços da população atendida são "afro descendentes".
Dou, então, a mão à palmatória.



Escrito por Cid Benjamin às 18h46
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Pérola de vestibular

Esta não é nova, mas é ótima.



Escrito por Cid Benjamin às 18h45
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Mau gosto

Você gostaria de tomar chope nesse festival?



Escrito por Cid Benjamin às 18h45
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